Um estudo da Organização dos Estados Americanos (OEA) revelou que ataques cibernéticos com o intuito de destruir dados é mais comum do que o roubo de informação. Cerca de 40% das empresas consultadas disseram ter lidado com tentativas de derrubada das redes de computadores, enquanto 44% tiveram ocorrências relacionadas à destruição total ou parcial de dados. A pesquisa ainda revelou que 54% das empresas relataram ter sofrido tentativas de manipulação de seus equipamentos através de um mecanismo de controle.

Outro estudo, feito pela McAfee, prevê um aumento significativo nos ataques cibernéticos até o final de 2015, inclusive com intensificação de invasão de objetos conectados diariamente.

Diante desta realidade, trabalhar preventivamente para diminuir os riscos de ataques ao negócio deve ser preocupação não só do departamento de TI, mas de toda a empresa. A seguir, veja 5 dicas para reduzir as possibilidades de ataques:

1. Crie uma política de segurança da informação

A evolução das dinâmicas e arquiteturas tecnológica, especialmente no que se refere à nuvem (Cloud Computing) também modificou os elementos fundamentais da segurança da informação (SI).

Assim, é fundamental ter uma política de segurança da informação, prevenindo riscos. Além de criar normas e diretrizes, é preciso que toda a empresa conheça a política; o trabalho preventivo deve ser assumido pela TI, mas também pelas lideranças e, principalmente, pelos usuários em todos os níveis de acesso aos sistemas e equipamentos. Para isso, a contratação de um serviço terceirizado pode ser uma excelente escolha. Um fornecedor de soluções em SI pode ajudar na criação da política, assim como assessorar na escolha de ferramentas que garantam segurança à operação.

2.Reduza a complexidade

Se muitas empresas ainda não têm uma política consolidada de SI, há muitas que sofrem por ter pilhas e mais pilhas de controles adicionais. Fica difícil fazer com que todos os usuários ou funcionários de uma empresa se comprometam com este assunto quando as instruções são muito complexas.

Tornar as regras de segurança mais simples de serem entendidas e cumpridas deve ser um exercício da segurança. Simplificar é tornar tudo mais fácil e engajável. Quanto mais ‘traduzidas’ as regras estiverem, mais os usuários se comprometerão e, assim, ajudarão a diminuir os riscos.

3. SI deve ser parte do ciclo de desenvolvimento de aplicações

A segurança deve ser construída durante o processo de desenvolvimento de aplicações, não acrescentada depois. As empresas dependem cada vez mais do desenvolvimento de softwares ágeis, mas negligenciar a SI pode aumentar muito os riscos de vulnerabilidade. Você não pode construir e montar aplicações em um aplicativo distribuído e ambiente de computação e, em seguida, contar com um modelo de segurança estática, hierárquica construída sobre gargalos, pontos de controle infraestrutura e silos organizacionais.

4. Use criptografia para os dados críticos

Converter as informações mais críticas em dados cifrados, que só podem ser compreendidos pelos usuários devidamente autorizados, é uma prática que deve fazer parte da rotina de SI da sua empresa.

5. Faça monitoramento em tempo real

Visibilidade e monitoramento são fundamentais para manter sistemas e aplicações e dados seguros. Além disso, as anomalias e violações de políticas devem ser identificadas e apontadas em tempo real. Monitoramento em tempo real e alertas podem reduzir o tempo de infecção para outras máquinas de meses para minutos. Busque soluções para tornar esta prática uma realidade.

Em última análise, a segurança deve ser orquestrada e automatizada para enfrentar o mundo da computação complexa e reduzir a sobrecarga às pessoas (profissionais da TI e usuários). E deve escalar para enfrentar os desafios apresentados pela computação distribuída. Isso requer novas considerações e o final de algumas “verdades” que se modificaram com o tempo!

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