O Relatório de Segurança Ixia 2018 analisou como as superfícies de ataque das empresas estão crescendo ao passo em que o perímetro avança para a nuvem. Os dados acabaram revelando que 90% das empresas estão preocupadas com os dados e a segurança das aplicações nas nuvens públicas, com cerca de 60% dos entrevistados relatando que os ambientes de nuvem públicas tornam a visibilidade do tráfego de dados mais difícil.

87% Das empresas sofreram downtime de uma hora ou mais devido a incidentes de segurança. Segundo o Gartner, esse custo pode chegar a astronômicos U$ 5.600 por minuto, sem contar o impacto de insatisfação no cliente. Além disso, 88% tiveram algum problema relacionado diretamente ao negócio por conta de falta de visibilidade do tráfego da nuvem pública.

 

Segurança para a Nuvem e compliance são as top prioridades de 2018

As top prioridades das empresas no que se refere à ambientes de nuvem pública para os próximos 12 meses são: segurança de dados e aplicações (citado por 43%) e estar em compliance com os requerimentos legais (35%).

 

O gap entre as operações na nuvem e a operação de segurança está crescendo

Cerca de 73% das instâncias presentes em nuvens públicas possui um ou mais problemas graves de configuração. A combinação do crescente uso da nuvem com alto número de problemas de configurações de segurança sugerem que veremos grandes incidentes no futuro tendo a nuvem como vetor principal.

 

Enquanto os ciberataques evoluem, o foco deveria ser em conquistar visibilidade e detecção

As empresas continuam tendo problemas para prevenir brechas, por isso, uma mudança de pensamento é essencial para detectar problemas e atividades maliciosas antes que eles aconteçam. De acordo com o Instituto Ponemon, em média 191 dias se passam entre uma intrusão bem sucedida e a detecção, isso definitivamente não pode ser o normal, sua empresa não pode ficar exposta por tanto tempo a um ator malicioso.

 

O Cibercrime é inteligente e expande seus negócios

Enquanto 2017 foi o ano do ransomware, acreditamos que 2018 seja o ano do cryptojacking. Mais de 500 milhões de PCs estão sendo usados para mineração de criptomoedas sem o consentimento do proprietário. As criptomoedas fornecem aos criminosos um alto lucro e são modalidades de ataque muito mais difíceis de detectar que um ransomware.

 

A criptografia está tornando as empresas mais seguras (e os hackers também)

Em 2017, mais de metade do tráfego de internet já era criptografado. Os hackers estão explorando essa tendência, escondendo tráfego malicioso no tráfego criptografado, o que torna a detecção tradicional virtualmente impossível, exigindo soluções modernas de proxy, CASB e descriptografia para que a inspeção desse tráfego possa ser realizada.