Uma em cada cinco empresas já estão usando investigações forenses e outros métodos sofisticados para identificar os ataques, como por exemplo implementar honey pots ou repositórios fakes de dados para dar aos atacantes a noção de que eles encontraram o objetivo, servindo como isca e permitindo às empresas estudar o comportamento desses atacantes. Esses dados foram publicados na pesquisa do Cyber Benchmark Index, realizada pela Neurostar International Security Council.

De acordo com a pesquisa, os líderes de segurança cada vez mais passam a adotar uma mentalidade de que os incidentes são inevitáveis, de forma que o mercado para soluções avançadas de análise forense passa a crescer, já que essas soluções podem oferecer insights sobre os ataques em tempo-real.

Essas soluções, como por exemplo o Deception da Attivo Networks, permitem aos gestores de segurança usá-las como um sistema de alarmes, ou como mais uma camada de segurança, ao inverter o jogo com os atacantes, trazendo a responsabilidade de estarem certos para eles, e não somente para as equipes de defesa.

Além disso, os participantes da pesquisa também tiveram de elencar 6 ameaças em ordem de criticidade. O ataque DDoS ficou em primeiro lugar, seguido de perto por comprometimento de sistema e perda de propriedade intelectual.


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