A consultoria de negócios Ernest & Young publicou um relatório baseado em pesquisas realizadas com 1735 executivos de Segurança e TI no mundo inteiro, incluindo o Brasil. Em nosso país, mais de 70% dos executivos disseram que, devidos às restrições, gerenciar o orçamento é um grande desafio, para 56%, o atual orçamento é menos da metade do que seria necessário.

De acordo com a EY, esse é o momento do board executivo se atentar para os riscos do cibercrime “Para prevenção e segurança dos dados é recomendável que as empresas redobrem a atenção para a criação de processos maduros, principalmente para gestão de vulnerabilidade, gestão de mudança e de patches, incluindo uma revisão de processos e políticas de backup, resposta a incidentes, e continuidade de negócio, além de identificar os ativos mais importantes da empresa e monitorar de forma proativa com a realização de testes do programa de segurança com exercícios de Red Team e/ou testes de invasão”, afirma Sérgio Kogan, executivo de cibersegurança da EY.

Entre as empresas entrevistadas para a elaboração do relatório, 22% não planejam incrementar o orçamento de segurança para os próximos 12 meses. Isso traz um problema que frequentemente abordamos aqui no Blog da Real Protect. Para mitigar os riscos ao negócio é preciso antes da aquisição de novas soluções, gerenciar e extrair o máximo dos ativos de segurança que já se encontram na infraestrutura. Uma boa alternativa para isso são os Serviços Gerenciados de Segurança.