A criatividade dos cibercriminosos está cada vez mais aguçada e o nível de sofisticação bastante elevado, tornando ainda mais difícil combater as ameaças, principalmente em um universo de tantas tecnologias e dispositivos móveis. A carência de profissionais capacitados em segurança da informação é grande e muitas vezes, com o baixo investimento em segurança, não é reservado orçamento suficiente para capacitação e aquisição de soluções de segurança, apesar do número de ataques sofridos pelas empresas, estatisticamente, apresentar-se elevado.

Muitas empresas não possuem uma política de segurança definida e a legislação brasileira, está aquém da importância requerida para o tema. Com o nível de vulnerabilidade alto, as ameaças geralmente consideradas insignificantes dão margem para infecções graves e muito mais prejudiciais, podendo gerar consequências danosas e irreversíveis aos negócios das empresas. Caso ocorra alguma tentativa de invasão ou uma atividade maliciosa, o ideal é que ela seja rapidamente identificada, evitando ou mitigando o risco de uma infecção prejudicial.

Infecções por cliques

Em plena era do clique (click-to-click), a audácia dos cibercriminososo ultrapassa os limites e, a gravidade dos ataques, expõe a empresa – que não possui softwares ou ferramentas adequadas capazes de prevenir ou combater qualquer ameaça de ataque. Um exemplo é a utilização de dispositivos botnets infectados, em que um dispositivo contaminado pode ser útil na geração de cliques falsos em anúncios, uma prática que engana os anunciantes e que custa para as empresas cerca de U$ 6,3 bilhões por ano, de acordo com análise de RuthlessTreeMafia.  A infecção também pode sofrer mutação e derivar outros tipos de infecções.

Em alguns casos, empresas são infectadas pelo Ransomware Cryptowall que criptografa os arquivos no sistema host em segundos, deixando-os indisponíveis aos usuários. A atividade de fraude, através de clique pode continuar e o dispositivo permanecer sob controle criminal, provocando a continuidade de ganhos, uma vez que o dispositivo permanece comprometido.

Além do monitoramento constante das invasões instantâneas, provocadas por agente externo, é necessário inspecionar ou monitorar a existência de arquivos maliciosos da plataforma Windows. Existem também técnicas para análise de código web e documentos maliciosos do formato PDF e Microsoft Office cujos ataques são comuns atualmente.

Como se proteger?

O ideal para que as empresas se protejam é investir em Serviços Gerenciados de Segurança e Consultoria, permitindo que as empresas utilizem com tranquilidade e segurança seus recursos de TI, apoiados por processos de segurança da informação que garantam a proteção do ambiente e a identificação dos riscos envolvidos.

Segurança da informação deveria ser uma das maiores preocupações das empresas. A perda de dados sensíveis ou a indisponibilidade de um sistema, devido a atuação de cibercriminosos pode gerar imensos prejuízos para as organizações. Subestimar o impacto de uma pequena ameaça é um dos grandes erros das organizações, uma vez que pode causar problemas irreversíveis e sujeitos, inclusive, ao fechamento da empresa. Com o dinamismo  das mudanças dos ataques  torna-se necessário uma detecção avançada.  A velocidade da contaminação, através da grande rede de informação, é alta e requer da equipe de segurança medidas proativas.

E como você tem tratado a questão de segurança em sua empresa? Existe uma política definida? Já sofreuataques por malware? Como reagiu? Conte-nos nos comentários abaixo!